quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

"Uma pá de cal sobre as teorias estratégicas que apontam para competição como foco estratégico e lucros como único objetivo relevante."


Falência do Monitor Group, empresa de consultoria do guru da competitividade, Michael Porter, deixa claro que os modelos estratégicos tradicionais já não dão conta do novo mundo.

 

26/11/2012 - 10h41

Guru dos negócios vai à falência e coloca em xeque modelo de "cinco forças"

http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2012/11/26/gu...

SÃO PAULO - O Monitor Company Group, empresa de consultoria fundada em 1983 por Michael Porter, que entrou com pedido de falência no dia 8 de novembro, pode colocar em dúvida o seu modelo das “cinco forças” do especialista em negócios da Harvard Business School.
No ano passado a empresa publicou um pedido de desculpas por ter ajudado a melhorar a imagem do ex-ditador líbio Muammar Kadhafi. Em fevereiro do ano passado foi informado que o regime de Kadhafi desembolsou US$ 3 milhões por ano para melhorar a imagem internacional da Líbia em um programa que chamou de "programa de longo prazo para melhorar a compreensão internacional e valorização da Líbia."
Os ativos da empresa foram listados entre US$ 100 milhões e US$ 500 milhões cada. Em comunicado, o Monitor Group informou que seus negócios nos Estados Unidos foram adquiridos pela Deloitte Consulting LLP, enquanto outras empresas fora dos EUA serão adquiridas por outras empresas da Deloitte Touche Tohmatsu.
Porter, ficou conhecido por seu modelo das "cinco forças" e se transformou em um guru, especialista em estratégia e competitividade

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

"Uma pá de cal sobre as teorias estratégicas que apontam para competição como foco estratégico e lucros como único objetivo relevante."

O recente pedido de falência do Monitor Group, empresa de consultoria do guru da competitividade, Michael Porter, deixa claro que os modelos estratégicos tradicionais já não dão conta do novo mundo.
O modelo das 5 forças de Porter é baseado nas ameaças competitivas:
1. Rivalidade dos concorrentes
2. Poder de barganha dos clientes
3. Poder de barganha dos fornecedores
4. Produtos substitutos
5. Novos competidores
Porter recomenda que a estratégia das empresas seja construída a partir da avaliação dessas forças, com base numa análise SWOT (forças, fraquezas, oportunidades e ameaças).
Não podemos ignorar a importância da avaliação do cenário competitivo.
Mas o que Porter e muitos outros consultores tradicionais propõem é a incansável busca da lucratividade através de uma estratégia baseada na antecipação de ameaças e na construção de uma posição de força.
A história demonstra que grandes impérios foram construídos dessa forma.
E essa mesma história comprova que todo grande império é cercado de inimigos que tramam sua destruição. Conquistadores são temidos, mas também temem: é o circuito do medo.
Nosso mundo vem evoluindo para um novo patamar de consciência. Essa é uma afirmação vaga e de difícil comprovação, mas que tem o valor de instigar o livre pensar.
Alguns indicadores dessa transformação são concretos e sensíveis, particularmente para os temas relacionados com direitos humanos, preservação do planeta e cidadania.
Outros são mais abstratos e revelados através de atitudes coletivas como o crescente repúdio a autoridades externas (principalmente as institucionais), o desejo de protagonizar e a ênfase no desenvolvimento pessoal.
Presenciamos a valorização do indivíduo e o reconhecimento da interdependência como caminho para uma vida melhor.
As implicações dessa nova consciência para os negócios não são poucas e nem triviais.
Uma das mais importantes, e que "explica" a falência do modelo de Porter, é a relevância da "inclusão". Não aceitamos ser excluídos com a mesma resignação de antes.
Essa atitude algo "rebelde" oferece a interessante oportunidade de revisão do caminho estratégico indicado por Porter, onde "competir" dá lugar a "colaborar".
As forças ameaçadoras, se "incluídas", podem adquirir o status de forças construtoras do negócio.
Pedi a um psicanalista, certa feita, que definisse o amor. Sua resposta foi "amor é o legítimo interesse pela felicidade do outro".
Falar de "amor" no contexto de negócios pode parecer tão estranho como falar de "medo".
Então vamos parafrasear a definição do psicanalista e ater-nos ao conceito: "o legítimo interesse pela satisfação do outro".
Esse é o conceito fundamental para os negócios no contexto da nova consciência social, capaz de construir novos "impérios" que serão sustentáveis porque serão "inclusivos", ou seja, terão como missão a satisfação (negociada) das partes interessadas.
Colaboração requer confiança e implica em compartilhamento de decisões e disposição para negociar.
Quem não estiver preparado para isso irá continuar consumindo seus recursos para construir muralhas e tentar impedir que os inimigos as derrubem.

Material compartilhado pela Professora:
Suellen Larissa Cedroni Maeda
Redes Sociais
Senac Jaboticabal

Glossário:
  1. barganha
    bar.ga.nha
    sf (de barganhar) 1 Permutação de coisa de pouco valor. 2 Troca. 3 Pechincha. 4Transação fraudulenta; trapaça. Var: berganha, braganha, breganha.
  2. instigar
    ins.ti.gar
    (lat instigare) vtd Animar, estimular, incitar, induzir: Instigar guerreiros. Instigou-os a vencer. Instigava o povo contra o governo. Instigá-los-ia para que resistissem.
  3. contexto
    con.tex.to
    (ês) sm (lat contextu) 1 Encadeamento de idéias de um escrito. 2 Argumento. 3Composição, contextura. 4 Bot Camada de células que se forma entre o himênio e o verdadeiro micélio de certos fungos.
  4. ater
    a.ter
    (lat attinerevpr 1 Aproximar-se, acostar-se, encostar-se: Ater-se ao regimento.2 Aderir-se, conformar-se: Atinha-se apenas à lembrança daquela sensação. 3Propender. 4 Fiar-se, pôr confiança em alguma coisa: Sabe a que se deve ater.conjug: como ter.
Conceito de Análise SWOT - A Análise SWOT [em que o termo SWOT é uma sigla inglesa para Forças ou Pontos Fortes (Strengths), Fraquezas ou Pontos Fracos (Weaknesses), Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats)], cuja criação é atribuída a Kenneth Andrews e Roland Christensen, dois professores da Harvard Business School, consiste num modelo de avaliação da posição competitiva de uma organização no mercado. Essa avaliação da posição competitiva é efectuada através do recurso a uma matriz de dois eixos (o eixo das variáveis internas e o eixo das variáveis externas), cada um dos quais composto por duas variáveis: pontos fortes (Strenghts) e pontos fracos (Weaknesses) da organização; oportunidades (Opportunities) e ameaças (Threats) do meio envolvente.

Psicologia do Trabalho...









O fenômeno do trabalho é interessante. Se nos afastarmos de seus aspectos técnicos e nos aproximarmos dos aspectos psicológicos, mais precisamente da psicologia do trabalho, poderemos observar algo, no mínimo, intrigante. O trabalho carrega consigo forte contexto emocional, para o bem e para o mal. 
É condição paradoxal. Seu aspecto positivo e ao mesmo tempo negativo nos provoca sentimentos antagônicos, que merecem reflexão. Vamos aos exemplos. Todos desejam ardentemente o trabalho, mais precisamente o emprego. Mas, ao mesmo tempo, não é raro perceber que quem ama a figura do emprego geralmente odeia a figura da empresa. 
Como é possível desejar algo que se odeia? Aliás, aqueles que se proclamam de esquerda possuem comumente um discurso dicotômico nesse sentido: são ardentemente a favor do emprego, mas combatem intensamente a empresa, como se esta fosse a encarnação do mal em si. É um discurso que a lógica não sustenta. Mesmo assim, essas pessoas continuam defendendo algo que é racionalmente indefensável. 
Outro exemplo: dizem que o trabalho cura; que salva literalmente as pessoas, tira-as da miséria, insere os indivíduos na sociedade. Mas também não é raro vermos situações em que o trabalho deixa as pessoas doentes, justamente porque estão trabalhando. 
Como pode o trabalho ser, ao mesmo tempo, remédio e veneno? Aliás, o trabalho realmente está inserido no contexto da enfermidade: note-se que os magistrados costumam classificar uma boa sentença, uma adequada decisão judicial, de um "remédio jurídico" para determinadas situações. 
O trabalho é considerado sinônimo de prazer. Mas se assim é, como entender quem deseja ardentemente se aposentar, para poder então "viver a vida"? Será que o tempo de trabalho representava apenas momentos de sacrifício? 
Aposentadoria significa liberdade, e trabalho, prisão? Dizem que o trabalho é a melhor forma de dignificar o ser humano, mas não raro pode ser uma das piores formas de humilhação para o homem. Como pode o trabalho ser o bem e o mal? 
A história do trabalho mostra essa contradição. O trabalho foi e é uma das mais perfeitas formas de o ser humano produzir o belo, mas também o torna capaz das piores coisas, por conta da exploração do homem pelo homem. 
O excesso de trabalho mata; a falta também. Estar trabalhando pode representar o inferno ou o paraíso. Ou seja, o trabalho é um dos bens da humanidade e traz consigo os mais intrigantes paradoxos. 
E, neste século que se inicia, nada indica que isso vá mudar. Trabalho é prazer, dever e sofrer, tudo ao mesmo tempo. Mas, por mais antagônica que seja sua essência, a regra geral prevalece: todos desejam o trabalho. 

(*) mestre em Relações Sociais pela PUC-SP, é sócio da Pastore Advogados




Fonte: Diário do Comércio e Indústria, por Eduardo Pastore, 06.12.2012



GLOSSÁRIO
  1. paradoxal |cs| 
    adj. 2 g.
    1. Que encerra paradoxo.
    2. Que é da natureza do paradoxo.
  2. antagônico 
    adj.
    1. Em que há antagonismo.
    2. Oposto.
    3. Contrário.
  3. dicôtomo derivação Dicotômico
    adj.
    1. Que se divide e subdivide em dois.
  4. magistrado 
    (latim magistratrus, -us
    s. m.
    Cidadão revestido de autoridade superior judicial
  5. essência 
    s. f.
    1. O que constitui o ser e a natureza das coisas.




UM MEIO OU UMA DESCULPA...

 Colaboração da aluna Bárbara Machado, Logística - SENAC Jaboticabal, com os dizeres, "Achei sensacional. Espero que gostem tanto quanto eu..."


"Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho, sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes.
Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo.
Se quiser um casamento gratificante, terá que investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo.
O sucesso é construído à noite!
Durante o dia você faz o que todos fazem.
Mas, para obter um resultado diferente da maioria, você tem que ser especial.
Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados.
Não se compare à maioria, pois, infelizmente ela não é modelo de sucesso.
Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chope com batatas fritas.
Terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da televisão.
Terá de trabalhar enquanto os outros tomam sol à beira da piscina.
A realização de um sonho depende de dedicação, há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica, mas toda mágica é ilusão, e a ilusão não tira ninguém de onde está, em verdade a ilusão é combustível dos perdedores pois...
Quem quer fazer alguma coisa, encontra um MEIO.
Quem não quer fazer nada, encontra uma DESCULPA."

Roberto Shinyashiki

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Explicação sobre uso do mapa conceitual no tema sobre comportamento empreendedor...

O mapa conceitual abaixo representa o entendimento e  conhecimento adquirido por alunos do curso técnico em RH e Logística, turma da tarde,   SENAC - Jaboticabal, para o tema comportamento empreendedor... ...Lembrando que, o  solicitado na síntese do Plano de Orientação do curso, referente ao assunto é ... ... " Ao final desta etapa, alunos apresentam as características do comportamento empreendedor, apontando quais características já possuem e quais devem desenvolver.", . 

Avaliando estes aspectos é possível perceber, através do material em estudo (mapa conceitual),  que os objetivos foram  alcançados. 


terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Conceito Parangolé na educação...

Vídeo entrevista com o responsável por levar o "conceito de arte parangolé", de Hélio Oiticica para a educação interativa, participativa e colaborativa, seja na sala de aula ou na educação a distância...


Há, certamente, a banalização decorrente do seu uso indiscriminado como argumento de venda. No entanto, o adjetivo “interativo” qualifica oportunamente a modalidade comunicacional emergente no último quarto do século XX. Qualifica a nova relação emissão-mensagem-recepção, diferente daquela que caracteriza o modelo unidirecional próprio da mídia de massa (rádio, cinema, imprensa e tv) baseado na transmissão.

O termo “interatividade” apareceu na década de 1970 entre críticos da mídia unidirecional de massa. E ganhou destaque quando adotado por informatas que buscavam um termo específico para exprimir a novidade do computador que substitui as herméticas linguagens alfanuméricas pelos ícones e janelas conversacionais que permitem interferências e modificações na tela. Portanto, interatividade não é meramente um produto da tecnicidade informática. O conceito tem raízes na arte participacionista da década de 1960 e na virada do século 20 para o 21 se apresenta como tendência geral, como novo ambiente comunicacional em nosso tempo, como novo paradigma que pode substituir o paradigma da transmissão próprio da mídia de massa.

A transmissão, emissão separada da recepção, perde sua força na “era da informação” ou na “era digital”, quando está em evidência a imbricação de pelo menos três fatores: 1) novas tecnologias informáticas conversacionais, isto é, a tela do computador não é espaço de irradiação, mas de adentramento e manipulação, com janelas móveis e abertas à múltiplas conexões; 2) estratégias dialógicas de oferta e consumo envolvendo cliente-produto-produtor; 3) o novo espectador, menos passivo perante a mensagem mais aberta a sua intervenção, aprendeu com o controle remoto da tv, com o joystic do videogame e agora aprende como o mouse.

Na era da interatividade ocorre a transição da lógica da distribuição (transmissão) para a lógica da comunicação (interatividade). Isto significa modificação radical no esquema clássico da informação baseado na ligação unilateral emissor-mensagem-receptor.

O emissor não emite mais no sentido que se entende habitualmente, uma mensagem fechada, ele oferece um leque de elementos e possibilidades à manipulação do receptor.

A mensagem não é mais “emitida”, não é mais um mundo fechado, paralisado, imutável, intocável, sagrado, ela é um mundo aberto, modificável na medida que responde às solicitações daquele que a consulta.

O receptor não está mais em posição de recepção clássica, ele é convidado à livre criação e a mensagem ganha sentido sob sua intervenção.

Atentos a essa mudança, empresários da informática e informatas reconhecem a demanda social por interatividade e anunciam o aprimoramento das tecnologias interativas. Eles prometem uma nova geração de aplicativos para a Internet com funcionamento relativamente simples e preço acessível, prevendo que até meados desta década mais da metade da população mundial usará algum aparelho conectado à Web. Garantem maior integração de diferentes funções (vídeo, áudio, texto e interatividade) num terminal capaz de enviar, receber e tratar a informação. E vislumbram a possibilidade do usuário interagir em tempo real com alguém, como em uma videoconferência, ou vincular mídias clássicas como tv, cinema, rádio e imprensa à interatividade da Internet. Tais promessas, garantias e esperanças, acenam para um futuro interativo quem nem sempre incluirá o infopobre, o sujeito excluído do ciberespaço, mais exatamente uma grande parcela da população mundial que ainda não têm acesso nem ao telefone.

Todavia, a transição da distribuição para a interatividade é divisor de águas extremamente oportuno e muito bem-vindo. Ela exige novas estratégias de organização e funcionamento da mídia clássica e redimensionamento do papel de todos os agentes envolvidos com os processos de informação e comunicação. Do mesmo modo, exige a modificação da base comunicacional que faz da sala de aula tão unidirecional quanto a mídia de massa.

Prof. Dr. Marco Silva

SOCIÓLOGO pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

MESTRE em Educação pelo Instituto de Estudos Avançados em Educação da Fundação Getúlio Vargas (IESAE/FGV). Título da dissertação de mestrado: Modernidade, pós-modernidade e educação emancipatória (1992).

DOUTOR em Educação pela Universidade de São Paulo (USP). Título da tese de doutorado: Comunicação interativa e educação (1999). 

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Pessoal do RH atenção: Deficientes sem capacitação, liberam empresa do cumprimento da cota...

Falta de Capacitação : TST dispensa empresa de cumprir cota para deficientes.


TST dispensa empresa de cumprir cota para deficientes : A 2ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho manteve a decisão que dispensou a operadora de planos de saúde Omint de pagar multa por não cumprir sua cota de empregados com deficiência e reconheceu deformidades provocadas pela falta de critérios da obrigação.

O artigo 93 da Lei 8.213/1991 obriga as empresas a preencherem parte de seus quadros de funcionários com empregados com deficiência, mas o TST entendeu como correta e bem fundamentada a decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, que permitiu que a empresa não cumprisse a cota.

O TST reforçou a ideia de que a empresa, representada pela advogada Gilda Figueiredo Ferraz, realizou todos os esforços para atender ao comando de reserva de 5% de seus cargos com beneficiários reabilitados ou pessoas com deficiência, mas houve carência de profissionais habilitados. Foi ressaltado ainda que, qualquer reexame quanto à matéria esbarraria no óbice da Súmula 126, do TST, que impede tal atitude pela corte.

Ao proferir sua decisão, em 2010, a desembargadora do TRT-2, Rita Maria Silvestre, questionou a efetividade da norma que entrou em vigor em 1991, e que só foi regulamentada pelo Ministério do Trabalho e Emprego dez anos depois.

Segundo a desembargadora, a iniciativa de instituir um sistema de cotas para as pessoas com deficiência é louvável, porém “não veio procedida nem seguida de nenhuma providência da Seguridade Social, ou de outro órgão governamental, no sentido de cuidar da educação ou da formação das pessoas”. Ela frisou em sua decisão que já foi comprovado que há uma carência de profissionais com tais caracterísitcas habilitados para trabalhar.

Para a desembargadora, o aumento da procura por estes profissionais desviou o objetivo da lei, “que é o de trazer o portador de deficiência ao convívio social, como uma pessoa produtiva, igual às demais, desenvolvendo seus talentos, aptidões, habilidades, com efeitos benéficos em sua auto-estima, e não de retirá-lo do convívio familiar, para que cumpra horário de trabalho sem função alguma”, diz.

Segundo a decisão, “se conclui que não basta a existência de portadores de deficiência desempregados para que as empresas possam cumprir a lei. É necessário, e indispensável, respeitar o tipo de deficiência em relação ao trabalho que será realizado. A capacitação profissional é degrau obrigatório do processo de inserção social”.

Além disso, Rita Maria ressaltou que a farta documentação produzida nos autos demonstra que houve interesse da autora em atender à norma legal, não podendo ser culpada por não atingir o número de vagas destinada a portadores de deficiência.

Para a advogada Gilda Ferraz, a decisão deve ser a única do TST neste sentido. Na ação, a advogada defendeu que a lei “tem depositado apenas nos ombros da iniciativa privada a obrigação de inserir os portadores de deficiência no mercado de trabalho a qualquer custo e sem qualquer envolvimento do Estado”. A Omint, segundo ela, tenta atingir a cota determinada, mas tem enfrentado dificuldades para encontrar pessoal capacitado.

( AIRR - 220600-66.2007.5.02.0023 )



Fonte: Tribunal Regional do Trabalho 2ª Região São Paulo/ Revista Consultor Jurídico, por Tadeu Rover, 01.12.2012

domingo, 2 de dezembro de 2012

Evolução e o planejamento estratégico necessário...



Evolução da memória de gravação nas últimas 4 décadas>




Disco 51/4, anos 70, século passado. Capacidade de armazenamento de no máximo ,2MB:




Disquete ou disco 31/2, anos 80, também no século passado. Capacidade de armazenamento de até 5,76MB, alcançada em 1963 no modelo EDS:




Compact Disc (CD), anos 90, duas décadas atrás. Capacidade de armazenamento de 700MB:




Digital Versatile Disc (DVD) ,meados da década de 90 e ainda no século passado. Capacidade de armazenamento de 4,7GB:










Pen Drive ou Memória USB Flash Drive é um dispositivo de memória constituído por memória flash, surgiu neste século e sua tecnologia hoje faz parte dos avançadíssimos ultrabooks. Capacidade de armazenamento de até 512GB:





Disco rígido externo, conhecido popularmente como HD externo, é um dispositivo de armazenamento independente, que pode ser conectado a um computador através de USB, saiu dos computadores devido a necessidade de se aumentar o número de dados que podem ser transportados em um pequeno compartimento. Sua capacidade até hoje, 03/12/2012 é de 3TB:




Durante este período, diversas empresas encerraram as suas atividades por não acreditarem que o planejamento estratégico era importante para sua sobrevivência no mercado, aonde as mudanças ocorrem a cada segundo que passa... 

..Neste momento eu coloco as minhas informações de trabalho em uma estação de armazenamento em nuvem, gentilmente cedida pelo google, com espaço gratuito para 5GB de informação...

...Talvez no momento em que  você leia esta informação, mais alguma empresa desapareça do mercado e provavelmente este conteúdo esteja ultrapassado.